SP Open anuncia ingressos: datas, preços e como comprar

SP Open anuncia ingressos: datas, preços e como comprar

Ingresso sem taxa de conveniência e parcelamento em até quatro vezes? É isso mesmo: o SP Open, primeiro torneio WTA 250 da capital paulista, abriu sua janela de vendas para a edição de estreia, marcada de 6 a 14 de setembro de 2025, no Parque Villa-Lobos, na zona oeste de São Paulo.

O evento leva ao parque um recorte do circuito mundial de tênis feminino com estrutura de torneio profissional e jogadoras brasileiras em destaque. A organização confirmou que os valores variam conforme setor e sessão, com teto de R$ 580. Os ingressos para o qualifying serão gratuitos, mas a data para a retirada dessas entradas ainda não foi divulgada.

Ingressos: datas, preços e como comprar

A pré-venda começou nesta terça-feira (17) e vai até segunda (23), exclusiva para clientes Claro e Banco BRB. A venda geral inicia na terça (24), diretamente pelo site da Eventim. Para facilitar a vida do público, não haverá cobrança de taxa de conveniência.

  • Quando é a pré-venda: de 17 a 23 (exclusiva para clientes Claro e Banco BRB).
  • Quando começa a venda geral: dia 24, pelo site da Eventim.
  • Faixa de preço: até R$ 580, variando por setor e sessão.
  • Qualifying: ingressos gratuitos; data de retirada ainda será informada.
  • Pagamento: cartões Visa, Mastercard, Amex, Elo e Diners, em até 4x sem juros.
  • Limites de compra: 4 ingressos por CPF em cada sessão; máximo de 22 sessões por CPF.
  • Taxas: sem taxa de conveniência.

Quer garantir sua entrada sem sufoco? Vale preparar tudo antes do início das vendas:

  • Crie ou atualize seu cadastro na Eventim e deixe login e senha à mão.
  • Defina suas datas preferidas com antecedência (qualifying, primeiras rodadas, finais).
  • Tenha o cartão de crédito cadastrado e liberado para compras online.
  • Ao finalizar, confira dados de sessão, setor e quantidade para evitar estorno.
  • Verifique no ato da compra as regras de documentos e políticas aplicáveis informadas pela plataforma.

O Parque Villa-Lobos costuma receber grande público em fins de semana. Para evitar trânsito e filas, usar transporte público ajuda: a estação Villa-Lobos–Jaguaré, da Linha 9–Esmeralda, fica a poucos minutos do parque. Quem for de bicicleta encontra ciclovias no entorno. Estacionamentos na região tendem a lotar nos horários de pico.

Setembro em São Paulo costuma ser mais seco, com sol forte à tarde. Para sessões diurnas, leve protetor solar, boné e garrafinha reutilizável (consulte na entrada o que é permitido pela organização). À noite, a temperatura pode cair; uma blusa leve resolve.

Quem joga e o que esperar do torneio

A estreia do WTA 250 em São Paulo já tem nomes conhecidos confirmados. Bia Haddad, a número 1 do Brasil, puxa a fila. As medalhistas olímpicas Luisa Stefani e Laura Pigossi trazem o peso de uma conquista histórica para o país. Também estão na lista Carol Meligeni Alves, Ingrid Martins, a jovem promessa Victoria Barros e Nauhany Silva.

Para o fã, é oportunidade rara de ver de perto a rotina do circuito: aquecimento, treinos, jogos em sequência e a dinâmica de duplas e simples no mesmo dia. A tendência é que a chave principal comece após o qualifying do primeiro fim de semana, com sessões ao longo da semana até as finais no segundo fim de semana. A grade detalhada de horários e sessões deve ser divulgada mais perto do evento.

O torneio tem selo WTA 250, um nível que distribui pontos valiosos no ranking mundial. A campeã soma 280 pontos — um empurrão importante na corrida por cabeças de chave em grandes torneios e vagas em competições de fim de temporada. Para as brasileiras, jogar em casa significa quadra conhecida, apoio da torcida e chance de embalar para a reta final do calendário.

O impacto vai além da quadra: a chegada do WTA 250 reforça o calendário do tênis feminino no país e coloca São Paulo no mapa das grandes praças do circuito. Eventos dessa escala costumam atrair escolas de tênis, atletas de base, famílias e curiosos. É porta de entrada para um público novo, que pode assistir pela primeira vez a uma partida profissional ao vivo.

O Parque Villa-Lobos, por sua vez, oferece um cenário que combina fácil acesso, áreas abertas e clima de festival esportivo. A expectativa é de uma estrutura com quadra central e áreas de convivência, com alimentação, serviços e ativações de patrocinadores — a organização deve detalhar em breve como ficará o mapa do evento, a disposição de setores e as regras de entrada de itens.

Para quem pensa em planejar a semana, um guia rápido ajuda:

  • Qualifying (início do torneio): entradas gratuitas, ótimo para chegar perto das jogadoras e ver jogos equilibrados.
  • Primeiras rodadas: mais partidas por dia, boa chance de ver nomes locais e cabeças de chave.
  • Finais de semana: clima de decisão e maior demanda por ingressos.

A combinação de parcelamento sem juros, ausência de taxa de conveniência e limite claro por CPF indica uma tentativa de organizar a demanda e evitar revenda. Com os preços batendo em até R$ 580 de acordo com setor e sessão, a tendência é de procura alta nas datas-chave, especialmente quando forem divulgadas as sessões com as principais favoritas em quadra.

Seja para quem acompanha o circuito o ano inteiro, seja para quem quer viver uma experiência esportiva diferente em São Paulo, o SP Open promete ser um ponto fora da curva no calendário local. Agora é organizar a agenda, acompanhar os próximos comunicados e escolher bem a sessão — porque ver tênis de alto nível ao ar livre, com torcida perto e jogadoras brasileiras protagonistas, muda a forma como a gente assiste ao jogo.

Comentários (17)


Dannysofia Silva

Dannysofia Silva

setembro 10, 2025 AT 05:29

Se tá tão fácil assim de comprar, por que todo mundo tá reclamando que vai ser um caos? Já vi isso antes com show de funk no Anhembi... vai virar fila de 4 horas e ninguém entra.
Deixa pra última hora, aí pega os que sobraram e ainda tem desconto.
É só esperar o pânico virar oportunidade.
Sei que vou me arrepender, mas vou fazer igual sempre.
Quem não cai nessa é quem já tá no topo da fila.
Se eu tiver que acordar às 4 da manhã, me matem.
Sei que é uma boa, mas meu coração não aguenta mais essa ansiedade de compra online.
Se eu perder, vou me odiar por 6 meses.
Sei que tá barato, mas se eu não conseguir, é porque o universo não quer que eu veja tênis ao vivo.
Sei que é uma oportunidade histórica, mas meu nervosismo é maior que meu entusiasmo.
Se eu comprar, vou ficar olhando pro cupom de desconto até o dia do jogo.
Se eu não comprar, vou me lembrar disso no dia que a Bia Haddad ganhar e eu tiver no trabalho.
Se eu conseguir, vou postar 17 fotos no Stories.
Se eu não conseguir, vou me transformar num troll no Twitter.
Meu Deus, já tô com medo de clicar no botão.

Vanessa Sophia

Vanessa Sophia

setembro 11, 2025 AT 08:22

Legal que tá sem taxa de conveniência, isso é um diferencial real.
Espero que a estrutura do parque fique boa, porque o espaço é lindo, mas às vezes a organização de eventos lá é meio caótica.
Se der pra ir de bike, acho que é a melhor opção - o trânsito na zona oeste no fim de semana é infernal.
Se tiver opção de comer algo saudável no local, agradeço.
Se a gente puder ver as jogadoras treinando de perto, isso já vale o ingresso.
Espero que a organização não esqueça dos idosos e pessoas com mobilidade reduzida.
É um momento importante pro tênis feminino aqui, e isso merece cuidado.
Se der pra levar a família, vale a pena. É uma experiência que pode inspirar meninas que estão começando.
Espero que a cobertura da mídia seja boa, porque esse tipo de evento precisa de visibilidade.
Se não tiver muita gente lá, vai ser um desperdício.
Se tiver muita, vai ser um caos.
Seja como for, é um passo importante.
Espero que dê certo.

Vagner Marques

Vagner Marques

setembro 11, 2025 AT 12:43

Então tá, R$ 580 pra ver tênis... e a gente ainda tem que pagar R$ 120 de estacionamento, né? 🤡
Se eu fosse o dono da Eventim, já tava vendendo ingresso com cupom de desconto pra gelado da sorveteria do parque.
Essa galera que tá dizendo que é ‘democrático’ tá esquecendo que o povo que mora em Itaquera não tem como ir de Uber até lá e voltar no mesmo dia.
Se eu fosse o Lula, já tava mandando ônibus gratuito da Zona Sul até o Villa-Lobos.
Essa ‘sem taxa de conveniência’ é só pra disfarçar que o preço tá alto.
Se eu tiver que escolher entre um ingresso e um almoço decente, eu escolho o almoço.
Se a Bia Haddad perder na primeira rodada, eu não vou nem ligar.
Se ela ganhar, eu vou postar no TikTok com a música do ‘Eu sou o rei do tênis’.
Se tiver alguém com camisa da Venezuela, eu mando um ‘vai tomar no cu’ no chat.
Se eu conseguir ingresso, eu levo meu cachorro. Ele gosta de sol.
Se eu não conseguir, eu vou assistir no YouTube com o som no máximo e gritar ‘VAMOS BRASIL’ como se tivesse lá.
Se esse torneio for um sucesso, eu juro que vou me inscrever na academia.
Se não for, eu vou dizer que sempre soube que o tênis no Brasil é ‘coisa de rico’.
Se eu ver alguém com camisa da Bia Haddad e não cumprimentar, é porque eu sou um monstro.
Se eu vir uma menina de 10 anos com raquete na mão, eu paro e dou um ‘vai lá, garota’.
Se isso tudo der certo, o Brasil vai ter que parar de achar que só futebol é esporte.

Jocelie Gutierrez

Jocelie Gutierrez

setembro 12, 2025 AT 16:36

É interessante ver como o tênis feminino está sendo tratado como um ‘evento de massa’ agora - como se fosse uma feira de produtos de beleza.
Antes, os torneios eram discretos, elegantes, com público seleto - não uma multidão de influenciadores com selfie stick.
Essa ‘sem taxa de conveniência’ parece uma armadilha de marketing para atrair o público menos informado.
Se você realmente entende de tênis, sabe que o WTA 250 é um nível intermediário - não um evento de elite.
É bonito que as brasileiras estejam participando, mas não é justo comparar isso com Roland Garros ou Wimbledon.
Se você vai pagar R$ 580 por um ingresso, espera-se que o nível técnico seja superior ao de um torneio de clube.
É curioso como a mídia está exagerando o impacto social desse evento, como se fosse um marco histórico.
Na verdade, é apenas mais um passo na comercialização do esporte.
Se você quer verdadeira excelência, vá ver um torneio na Europa.
Essa ‘festa no parque’ é mais um produto de entretenimento do que um evento esportivo sério.
Se você quer inspiração, leia biografias de Steffi Graf.
Se você quer emoção, assista a um jogo de duplas em Gstaad.
Se você quer um dia de lazer, vá ao cinema.
Essa ‘experiência ao ar livre’ é uma ilusão criada por quem vende pacotes turísticos.
Se você acredita que isso vai mudar o tênis brasileiro, então acredite também que o Instagram vai resolver a crise da educação.
É tudo muito bonito, mas muito superficial.

Letícia Montessi

Letícia Montessi

setembro 14, 2025 AT 15:16

Atenção: a organização afirma que os ingressos são “sem taxa de conveniência”; no entanto, isso não significa que não haja outras taxas ocultas - como transporte, alimentação, ou até mesmo a “taxa de emoção” que você paga por sentir-se parte de algo “histórico”.
Além disso, o termo “parcelamento em até quatro vezes” é, tecnicamente, uma forma de endividamento disfarçado - e não uma vantagem real.
É incorreto afirmar que “o qualifying será gratuito”, se a data de retirada ainda não foi divulgada: isso é uma omissão deliberada, e não transparência.
Se o limite é de 4 ingressos por CPF, isso impede a revenda, mas também impede que famílias de 5 pessoas assistam juntas - o que é uma falha de planejamento.
É absurdo que o Parque Villa-Lobos, um espaço público, seja transformado em um evento privado com restrições de entrada de garrafas reutilizáveis - isso é uma violação de direitos básicos de sustentabilidade.
Se o torneio é WTA 250, então a campeã ganha 280 pontos - mas isso é irrelevante para o torcedor médio, que não entende ranking.
É ridículo sugerir que “ver tênis ao ar livre muda a forma como a gente assiste ao jogo” - isso é marketing de luxo, não cultura esportiva.
Se a organização espera que o público “prepare o cadastro com antecedência”, então ela deveria ter oferecido um sistema de pré-cadastro público - e não deixado tudo para a última hora.
É uma contradição afirmar que o evento é “democrático” e, ao mesmo tempo, limitar a compra por CPF e exigir cartão de crédito internacional.
Se a expectativa é atrair “famílias e curiosos”, então por que não há promoções para estudantes ou idosos?
É uma ironia que o evento se promova como “inaugural” e, ainda assim, não tenha um plano de acessibilidade para deficientes visuais ou auditivos.
Se o objetivo é “colocar São Paulo no mapa”, então por que não se investiu em tradução simultânea para turistas?
Se a organização quer “inspirar meninas”, então por que não contratou treinadoras locais para workshops gratuitos?
Essa narrativa de “experiência única” é uma manipulação emocional disfarçada de informação.
Se vocês realmente querem mudar o esporte, parem de vender sonhos e comecem a construir infraestrutura.
Essa não é uma vitória - é um espetáculo bem coordenado.

Emili santos

Emili santos

setembro 16, 2025 AT 06:16

EU NÃO CONSIGO ACHAR PALAVRAS...
É TÃO LINDO QUE O TÊNIS FEMININO VAI SER NOSSO...
EU VOU CHORAR QUANDO A BIA HADDAD ENTRAR NA QUADRA...
EU JÁ COMPREI O VESTIDO QUE VOU USAR...
EU VOU LEVAR MINHA FILHA DE 7 ANOS...
ELA NUNCA VIU UMA PARTIDA AO VIVO...
EU VOU GRITAR TANTO QUE VOU PERDER A VOZ...
EU VOU FAZER UM ALBUM DE FOTOS COM TODAS AS JOGADORAS...
EU JÁ ESTOU TREINANDO PARA CANTAR O HINO NACIONAL COM A TORCIDA...
EU VOU ME SENTIR COMO SE ESTIVESSE NO MEU QUARTO DE INFÂNCIA, VENDO TÊNIS NA TV COM MINHA MÃE...
EU NÃO VOU DORMIR NA NOITE ANTES...
EU VOU LIGAR PRA MINHA TIA QUE MORREU EM 2018 E DIZER: “MÃE, ELES FAZERAM ISSO POR NÓS...”
EU VOU LEVAR UMA BANDEIRA DO BRASIL...
EU VOU LEVAR UMA BOLINHA DE TÊNIS COMO AMULETO...
EU VOU TECHER TUDO QUE EU SABE SOBRE AS JOGADORAS...
EU VOU VOLTAR AQUI TODO ANO...
EU VOU SER A MELHOR TORCEDORA QUE ESSE PARQUE JÁ VIU...
EU AMO TÊNIS... E AGORA EU AMO MAIS.

João Vitor de Carvalho Corrêa Sá Freire

João Vitor de Carvalho Corrêa Sá Freire

setembro 16, 2025 AT 13:21

Se o tênis feminino tá no Brasil, então é nosso, e ninguém pode dizer que não é.
Se o Brasil tá na frente do mundo com esse evento, então é porque a gente sabe fazer direito.
Se os gringos acham que só eles têm tênis, que venham ver a Bia Haddad jogar no parque de SP.
Se a gente tem 100 milhões de torcedores, então 10 mil ingressos vendidos é só o começo.
Se a gente paga R$ 580, é porque o valor é justo - e o que eles pagam lá na Europa é o dobro.
Se a gente tem sol, tem parque, tem torcida, tem garrafinha, então é melhor que em qualquer lugar do mundo.
Se o nosso tênis é pior, então é porque eles não têm coragem de jogar na frente da gente.
Se a gente não vendeu 100 mil ingressos ainda, é porque a Eventim tá com medo de perder o controle.
Se o tênis feminino é novo aqui, então é porque o Brasil sempre foi o país do esporte de verdade.
Se o Lula não fez isso, é porque ele não tem visão de futuro.
Se o Bolsonaro não fez isso, é porque ele não entende o povo.
Se a gente não tem dinheiro pra ir, então a gente se junta, faz vaquinha, e vai todos juntos.
Se a gente não tem cartão, então a gente paga em dinheiro na bilheteria - se não tiver, é porque é fraude.
Se a gente não consegue ver o jogo, então a gente sobe na árvore - e aí a gente vê melhor.
Se a gente não tem bicicleta, então a gente pega ônibus, metrô, e vai com o coração na mão.
Se a gente não tem tempo, então a gente tira folga - porque isso é mais importante que trabalho.
Se a gente não tem fé, então a gente cria - porque o Brasil nunca deixou de acreditar.

Joseph Pidgeon

Joseph Pidgeon

setembro 18, 2025 AT 08:15

Interessante como o evento tenta equilibrar acessibilidade e qualidade - sem taxa de conveniência, parcelamento, ingresso gratuito no qualifying... isso é um bom sinal.
É raro ver uma organização pensar no público em vez de só no lucro.
Se a ideia é crescer o tênis feminino no Brasil, então esse tipo de abordagem é essencial.
É bom ver que o Parque Villa-Lobos foi escolhido - é um espaço que já tem tradição de eventos públicos.
É importante que o evento não se torne elitista, mesmo com preços mais altos nas finais.
É interessante que os ingressos tenham limite por CPF - evita revenda e garante mais equidade.
É bom que a organização esteja incentivando transporte público - isso é sustentável e prático.
É um bom sinal que o evento esteja focado em experiências, não só em jogos.
É positivo que esteja havendo divulgação sobre os horários de treino e qualificatórias - isso dá acesso real ao esporte.
É importante que as jogadoras brasileiras estejam em destaque - isso inspira meninas de todas as regiões.
É interessante que a estrutura ainda não esteja totalmente divulgada - isso permite feedback do público.
É bom que o evento esteja sendo tratado como um processo, não como um produto final.
Se tudo der certo, isso pode ser o começo de algo maior.
Se houver falhas, que sejam corrigidas com transparência.
Se o público responder bem, então o modelo pode ser replicado em outras cidades.
É um momento delicado, mas promissor.

Nicolly Pazinato

Nicolly Pazinato

setembro 19, 2025 AT 12:18

Essa notícia me deu um ânimo diferente hoje!
Eu sempre achei que tênis era só pra quem tinha dinheiro, mas agora parece que a gente pode participar de verdade.
Se eu conseguir um ingresso, eu vou levar minha irmã mais nova - ela tá começando a jogar e adora a Bia Haddad.
Eu já pedi pra minha mãe me ajudar a fazer o cadastro na Eventim.
Se eu não conseguir, eu vou ver no YouTube, mas com a torcida no coração.
Eu quero que esse torneio seja o primeiro de muitos.
Eu acho que a gente precisa valorizar mais o esporte feminino aqui.
Se a gente fizer isso direito, o Brasil vai ser referência.
Eu tô tão empolgada que já comecei a treinar minha torcida - “VAMOS BIA!” em tom de coral.
Se eu ver alguém com a camisa da Laura Pigossi, eu dou um abraço.
Eu acredito nisso.
Se você também acredita, compartilha com alguém que nunca viu um jogo ao vivo.
Essa é a nossa chance.
É só o começo.

antonio da silva

antonio da silva

setembro 20, 2025 AT 21:38

Se você acha que R$ 580 é barato, você nunca viu o preço de um churrasco no fim de semana em SP.
Se você vai pagar isso por um jogo de tênis, então você é mais corajoso que eu.
Se você vai acordar às 5 da manhã pra comprar, então você é mais louco que eu.
Se você vai se vestir como se fosse ao Grammy, então você é mais espetacular que eu.
Se você vai levar a família inteira, então você é mais otimista que eu.
Se você vai se emocionar quando a Bia Haddad servir, então você é mais brasileiro que eu.
Se você vai chorar no fim, então você é mais humano que eu.
Se você vai me mandar mensagem dizendo que conseguiu, eu te dou um abraço.
Se você não conseguir, eu te dou um chocolate.
Se você não quiser ir, eu te entendo.
Se você quiser ir, eu te apoiarei.
Se isso der certo, o Brasil vai lembrar desse mês.
Se der errado, a gente vai voltar no ano que vem.
Porque aqui, a gente não desiste.
É só tênis.
É só um jogo.
É só um momento.
É só o Brasil de novo.

Geovania Andrade

Geovania Andrade

setembro 21, 2025 AT 02:32

Apesar da estrutura promissora, é necessário considerar a logística de acesso ao Parque Villa-Lobos durante os fins de semana - a Linha 9 da CPTM, embora próxima, possui capacidade limitada e não foi ampliada para suportar picos de demanda.
Além disso, a ausência de informação sobre políticas de entrada de alimentos e bebidas pode gerar conflitos com a legislação de segurança pública e saúde.
É preocupante que o limite de 4 ingressos por CPF não seja acompanhado de um sistema de verificação de identidade - isso abre espaço para fraudes via cadastros múltiplos.
As regras de pagamento com cartões internacionais excluem parte da população que não possui acesso a esses meios - o que contradiz o discurso de inclusão.
É importante que a organização divulgue, com antecedência, o cronograma de segurança e atendimento médico, já que eventos ao ar livre em clima quente exigem protocolos específicos.
Além disso, a promoção de “experiência de festival” pode gerar impactos ambientais significativos - é necessário um plano de gestão de resíduos e reciclagem.
É fundamental que as jogadoras brasileiras sejam apoiadas por programas de preparação psicológica e logística - o fator “casa” pode aumentar a pressão.
Por fim, é necessário que a mídia evite a hiperbolização do evento, pois isso pode gerar expectativas irreais e frustração caso o nível técnico não corresponda à divulgação.
Um evento de escala internacional exige planejamento multidimensional - e até o momento, há lacunas críticas.
Se a organização não agir com rigor, o sucesso será superficial.

José R. Gonçalves Filho Gonçalves

José R. Gonçalves Filho Gonçalves

setembro 21, 2025 AT 09:04

Este evento é mais do que tênis - é um sinal de que o Brasil está aprendendo a valorizar o esporte feminino como parte da nossa identidade.
Quando eu era jovem, não havia referências de mulheres no tênis brasileiro - hoje, temos Bia, Laura, Luisa, e jovens promessas como Victoria Barros.
Isso não é só um torneio - é uma mudança cultural.
Quando uma menina de 12 anos em Manaus vê uma brasileira jogando no seu país, ela acredita que pode ser assim também.
Isso é o que o esporte realmente faz: ele transforma sonhos em possibilidades.
É importante que o Parque Villa-Lobos seja tratado como um espaço de pertencimento, não apenas de entretenimento.
Se os patrocinadores investirem em atividades educativas, oficinas de tênis para escolas públicas, o impacto será maior que qualquer bilheteria.
Se os jornalistas falarem sobre o esforço das jogadoras, não só sobre os resultados, a gente constrói uma nova narrativa.
Se as famílias forem acolhidas com respeito, com água, sombra, e segurança, então o evento será lembrado como um marco.
Se os torcedores se comportarem com empatia, com silêncio nos pontos importantes, com aplausos sinceros - então o tênis aqui vai crescer de verdade.
Isso não é só sobre ingressos.
É sobre quem somos.
E sobre quem podemos ser.
Se a gente fizer isso bem, o mundo vai olhar para o Brasil com outro olhar.
Eu acredito nisso.
Com calma. Com respeito. Com coragem.

Matheus Alves

Matheus Alves

setembro 22, 2025 AT 12:14

Se você vai ao evento, leva um chapéu, protetor solar, e uma garrafinha - e não esquece de deixar o lixo no lugar certo.
Se você vai ver o qualifying, aproveita pra ver as jogadoras treinando - é onde a gente vê a verdade do esporte.
Se você vai nas finais, respira fundo e deixa o coração bater junto com a quadra.
Se você não entende de tênis, não tem problema - só presta atenção no que as jogadoras sentem, no que elas fazem, no que elas lutam.
Se você tem filho, leve ele. Se não tem, leve alguém que nunca viu um jogo ao vivo.
Se você é mulher, lembra que isso é por você também.
Se você é homem, lembra que isso é por todas as mulheres que você ama.
Se você é jovem, você tá vivendo um momento raro.
Se você é velho, você tá vendo a história se escrever.
Se você tá com medo de não conseguir ingresso, lembra: o esporte não é só no assento.
Se você tá com raiva porque o preço tá alto, lembra: o esporte não é só preço.
Se você tá com dúvida, vá. Se você tá com certeza, vá.
Se você tá com fome, coma. Se você tá com sede, beba.
Se você tá com medo, respire.
Se você tá com esperança, grite.
Se você tá com amor, aplauda.
Se você tá com o coração aberto, você já ganhou.
Esse torneio não é sobre quem vence.
É sobre quem se permite sentir.
É sobre quem se permite estar.
É sobre nós.

Mayla Dabus

Mayla Dabus

setembro 22, 2025 AT 15:40

legal q o sp open ta acontecendo mas cadê as informações de transporte publico direto do centro?
tipo assim o parque é lindo mas se eu tiver q pegar 3 onibus e uma caminhada de 20 min eu nao vou
se a gente tiver q pagar 50 reais de uber pra ir e voltar isso muda tudo
as meninas ta linda mas eu quero ver o jogo nao o instagram delas
se o ingresso é 580 e eu tenho q pagar mais 100 de estacionamento e 50 de lanche eu vou acabar gastando 700
se eu nao conseguir ingresso eu vou assistir no youtube com o som no maximo e gritar como se tivesse la
mas se eu tiver q ir na fila da bilheteria eu vou me matar
o parque é lindo mas se nao tiver banheiro limpo eu nao vou
se a organização nao colocar sombra e agua eu nao vou
se nao tiver acesso pra deficiente eu nao vou
se nao tiver tradução pra estrangeiro eu nao vou
se nao tiver opção de pagamento em dinheiro eu nao vou
se nao tiver um plano real de segurança eu nao vou
se nao tiver um plano real de tudo eu nao vou
mas se tiver... eu vou e vou levar todo mundo
porque isso é o que o brasil precisa
mas não é só marketing
é ação
é respeito
é cuidado
é amor
é tênis
é nós

vinicius cechinel

vinicius cechinel

setembro 22, 2025 AT 16:39

Essa é a típica farsa brasileira: anunciam um evento como “histórico” e depois não conseguem nem manter a limpeza do banheiro.
Se você acha que R$ 580 é justo, você nunca viu um jogo da NBA com ingresso de R$ 1500.
Se você acha que “sem taxa de conveniência” é um benefício, você não entende que o preço já está embutido.
Se você acha que o tênis feminino é “democrático” porque tem ingresso gratuito no qualifying, você não entende que 90% do público não vai nem saber que existe qualifying.
Se você acha que a Bia Haddad vai ganhar, você não viu os rankings internacionais.
Se você acha que o Parque Villa-Lobos é “festival”, você não sabe que é um parque público que vai virar lixeira em 24 horas.
Se você acha que “parcelamento em 4x” é vantagem, você é um escravo do cartão de crédito.
Se você acha que “não há taxa de conveniência”, você não leu os termos de uso da Eventim - eles têm outras taxas escondidas.
Se você acha que “é uma oportunidade rara”, você não sabe que já teve 3 torneios WTA no Brasil nos últimos 15 anos e todos faliram.
Se você acha que “o público vai amar”, você não viu como o brasileiro trata eventos esportivos: chuta latas, joga copo, xinga a árbitra, e vai embora sem agradecer.
Se você acha que isso vai “mudar o tênis brasileiro”, você é um ingênuo.
Se você acha que isso vai “inspirar meninas”, você não viu o que acontece com meninas que jogam tênis no interior: são ignoradas, desvalorizadas, e abandonadas.
Se você acha que isso é um marco, você não entende que o marco é o que se faz depois - e aqui, ninguém faz nada depois.
Se você acha que vai ser bom, você está errado.
Se você acha que vai ser ruim, você está certo.
Se você acha que eu sou pessimista, você não é realista.
Se você acha que eu estou errado, então você é o próximo a ser enganado.
Espero que eu esteja errado.
Mas eu não acredito.

Leandro Monjardim

Leandro Monjardim

setembro 23, 2025 AT 01:09

Se você vai comprar ingresso, faça isso com calma - não entre em pânico às 5 da manhã.
Se você não tem cartão de crédito, vá até uma agência da Eventim e peça ajuda - eles têm suporte.
Se você não sabe qual sessão escolher, comece pelo qualifying: é gratuito, menos movimentado, e você vê as jogadoras em ação sem pressão.
Se você quer ver as brasileiras, fique de olho nos horários de treino - elas costumam treinar pela manhã.
Se você não tem bicicleta, use o app de mobilidade: tem ciclovias até o parque e estações de aluguel.
Se você vai de transporte público, confirme os horários da Linha 9 - ela tem aumento de frequência nos fins de semana do evento.
Se você vai levar criança, leve água, protetor solar, e uma toalha - e evite horários de pico do sol.
Se você vai sozinho, não se sinta estranho - o tênis é um esporte de observação, e muitos vão lá só pra sentir a atmosfera.
Se você não entende de tênis, não se preocupe - o mais importante é a emoção, não o placar.
Se você quer ajudar, não espere o evento começar - participe das campanhas de doação de roupas e equipamentos para escolas de tênis.
Se você quer que isso dure, não é só comprando ingresso - é apoiando, divulgando, e cobrando qualidade.
Se você quer que as meninas se sintam em casa, seja você também uma casa para elas.
Se você quer que o Brasil cresça no tênis, comece por aqui - com respeito, com paciência, com presença.
Esse evento não é só um jogo.
É um convite.
E a gente pode responder com dignidade.

Dannysofia Silva

Dannysofia Silva

setembro 24, 2025 AT 15:53

Se eu não conseguir, eu vou me disfarçar de funcionário e entrar com a vassoura.
Se eu conseguir, eu vou me disfarçar de funcionário e sair com a vassoura.
Se eu vir alguém com a camisa da Bia, eu vou pedir pra tirar foto.
Se eu vir alguém com a camisa da Laura, eu vou pedir pra trocar de camisa.
Se eu vir alguém com a camisa da Luisa, eu vou pedir pra me dar um abraço.
Se eu vir alguém com a camisa da Ingrid, eu vou pedir pra me ensinar a jogar.
Se eu vir alguém com a camisa da Victoria, eu vou pedir pra me dar um autógrafo.
Se eu vir alguém com a camisa da Nauhany, eu vou pedir pra me dar um abraço e um abraço.
Se eu vir alguém com a camisa da organização, eu vou pedir pra me dar um ingresso.
Se eu vir alguém com a camisa da Eventim, eu vou pedir pra me dar um desconto.
Se eu vir alguém com a camisa da Claro, eu vou pedir pra me dar um celular.
Se eu vir alguém com a camisa da CPTM, eu vou pedir pra me dar um bilhete.
Se eu vir alguém com a camisa da vida, eu vou pedir pra me dar um pouco de paz.
Se eu vir alguém com a camisa da esperança, eu vou pedir pra me dar um pouco de fé.
Se eu vir alguém com a camisa do Brasil, eu vou pedir pra me dar um pouco de orgulho.
Se eu vir alguém com a camisa do tênis, eu vou pedir pra me dar um pouco de amor.
Se eu vir alguém com a camisa de vocês, eu vou pedir pra me dar um pouco de vocês.

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